Novidades | “Governo pretende firmar acordo de reajuste salarial para professores em 27 de maio”

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“Governo pretende firmar acordo de reajuste salarial para professores em 27 de maio”


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“Governo pretende firmar acordo de reajuste salarial para professores em 27 de maio”

O governo liderado por Lula está prestes a assinar um acordo de reajuste salarial para os professores das universidades e institutos federais no dia 27 de maio. Após uma reunião realizada no dia 15 de maio, foi acordado manter o reajuste salarial zerado em 2024, porém haverá melhorias nas ofertas para os próximos anos.

O novo modelo de oferta inclui modificações nos steps da carreira dos professores, resultando em índices diferenciados de aumento para cada classe e nível. Os ajustes variam entre 13,3% e 31%, sendo que o menor índice é de 13,3% e o maior de 31%.

Essa proposta foi apresentada na Mesa Específica e Temporária da Educação, coordenada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos em conjunto com o Ministério da Educação e representantes dos docentes.

O objetivo final do governo com essa “última proposta” é encerrar as greves dos docentes que já se estendem por cerca de um mês. Atualmente, docentes de 53 instituições federais estão em greve, enquanto outros dois locais têm previsão de deflagração de greve nos próximos dias.

Em outro evento, Lula elogiou a ministra Esther Dweck, responsável pelas negociações com os servidores, por sua competência nas negociações de greves. O governo considera essa proposta como favorável aos trabalhadores da educação, com reajustes que podem chegar a até 43% até 2026.

Além disso, o governo ressalta o recente reajuste nos benefícios para todos os servidores do Executivo federal, como o auxílio-alimentação, auxílio-saúde e auxílio-creche. Os recursos para cobrir esses reajustes já estão previstos no Orçamento de 2024.

Recentemente, houve uma reunião entre o governo e representantes sindicais do setor educacional. De acordo com Wellington Duarte, presidente da Proifes, a proposta apresentada pelo governo não era a ideal, mas foi considerada como encerramento do processo de negociação. Mesmo não seguindo as expectativas de um reajuste em 2024, Duarte destacou a situação econômica do país e a crise enfrentada pelo Rio Grande do Sul como justificativas para o desfecho da negociação.

As entidades sindicais agora se preparam para consultar suas bases a respeito dos novos termos apresentados. Enquanto alguns setores cogitam intensificar as greves, outros já demonstram disposição para um acordo com o governo, cientes da postura firme em relação à ausência de correções neste ano.

Os servidores técnico-administrativos em educação também estão mobilizados e têm uma reunião marcada com o governo para a próxima semana. A proposta feita aos TAEs inclui um reajuste zero para 2024 e não atende à demanda de estabelecer um piso remuneratório equivalente a três salários mínimos, que foi rejeitada devido ao impacto orçamentário.

Além disso, a proposta inclui a redução do tempo necessário para que os servidores técnico-administrativos alcancem o topo da carreira. O secretário-executivo adjunto do MEC, Gregório Griso, mencionou que a ideia é diminuir esse tempo de 22,5 anos para 18 anos, permitindo que os servidores cheguem ao último padrão da carreira mais rapidamente. De acordo com a Fasubra, 57 instituições já mostraram suporte à proposta entre os TAEs.






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